Recebemos muitos contatos que gostaram da matéria do CQC que postamos no mês passado. Procuramos mais algumas reportagens e destacamos mais um vídeo do programa. O interessante deste vídeo é que muitas vezes associamos o abuso sexual apenas contra meninas e esquecemos que garotos também são vitimas com frequência.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Profissional de Relações Públicas e ONU
A ONU é uma organização que tem como objetivo, discutir os problemas internacionais, mantendo a paz nacional; garantindo os direitos humanos, promovendo o desenvolvimento socioeconômico do país. A ONU aponta problemas internacionais que mediante a participação da nação apoiando-se em estatutos, muitos conflitos já poderiam ter sido erradicados.
O profissional de relações públicas ao assumir o papel de mediador promove interações sociais que podem amenizar conflitos sociais e culturais, e também pode agir em defesas de causas. As relações públicas se torna um gerenciador de conflitos e multiplicador de opiniões, para chegar a solução para os possíveis problemas.
O tema do nosso blog foi escolhido por se tratar de um assunto polêmico e presente na vida da sociedade, ao lidarmos com um tema tão delicado, e presente na agenda da ONU, devemos avaliar quem serão os públicos a serem atingidos e que objetivos nós temos ao defender tal causa.
A exploração infantil, seja ela física, pessoal ou moral, está em todos os lugares e classes, merecendo uma importância significativa na ONU, conforme citação abaixo:
Um recente estudo das Nações Unidas sobre o tema, sob coordenação do pesquisador da USP, Paulo Sérgio Pinheiro, mostra que "a violência ainda prevalece em todos os países do mundo e está presente em qualquer cultura, classe, nível de escolaridade, faixa de renda e origem étnica. Em várias regiões, a violência contra crianças é um fenômeno aprovado e, freqüentemente, legal ". Em pelo menos 106 países não se proíbe o uso de castigos corporais nas escolas, 147 países não os proíbem em instituições assistenciais alternativas e somente 16 países os proibiram no lar até hoje.
O blog Infância em Alerta, tem como objetivo alertar aos pais, educadores, ONGs, pessoas envolvidas em causas a proteção da criança e adolescente evitando qualquer tipo de violência. No blog, as pessoas também irão aprender como denunciar, onde procurar ajuda e como saber se a criança está em perigo ou não.
Temos o objetivo que o blog seja um multiplicador de opinião segura e que dissemine informações para toda a sociedade.
O profissional de relações públicas ao assumir o papel de mediador promove interações sociais que podem amenizar conflitos sociais e culturais, e também pode agir em defesas de causas. As relações públicas se torna um gerenciador de conflitos e multiplicador de opiniões, para chegar a solução para os possíveis problemas.
O tema do nosso blog foi escolhido por se tratar de um assunto polêmico e presente na vida da sociedade, ao lidarmos com um tema tão delicado, e presente na agenda da ONU, devemos avaliar quem serão os públicos a serem atingidos e que objetivos nós temos ao defender tal causa.
A exploração infantil, seja ela física, pessoal ou moral, está em todos os lugares e classes, merecendo uma importância significativa na ONU, conforme citação abaixo:
Um recente estudo das Nações Unidas sobre o tema, sob coordenação do pesquisador da USP, Paulo Sérgio Pinheiro, mostra que "a violência ainda prevalece em todos os países do mundo e está presente em qualquer cultura, classe, nível de escolaridade, faixa de renda e origem étnica. Em várias regiões, a violência contra crianças é um fenômeno aprovado e, freqüentemente, legal ". Em pelo menos 106 países não se proíbe o uso de castigos corporais nas escolas, 147 países não os proíbem em instituições assistenciais alternativas e somente 16 países os proibiram no lar até hoje.
O blog Infância em Alerta, tem como objetivo alertar aos pais, educadores, ONGs, pessoas envolvidas em causas a proteção da criança e adolescente evitando qualquer tipo de violência. No blog, as pessoas também irão aprender como denunciar, onde procurar ajuda e como saber se a criança está em perigo ou não.
Temos o objetivo que o blog seja um multiplicador de opinião segura e que dissemine informações para toda a sociedade.
Matérias que comprovam a importância do tema abordado:
Relatório da ONU alerta sobre violência infantil em todo o mundo - 04/10/2006
Genebra, 4 out (EFE).- O primeiro estudo global sobre violência infantil realizado pela ONU revela que a cada ano 275 milhões de crianças são testemunhas de atos violentos em suas famílias, 126 milhões trabalham em atividades consideradas de risco e entre 100 e 140 milhões de meninas e adolescentes sofreram mutilação genital.
O documento, resultado de três anos de trabalho conjunto entre várias agências especializadas das Nações Unidas, afirma que a violência contra as crianças "está presente em todos lugares", desde a família até a escola, passando pela comunidade, instituições como orfanatos e centros de reabilitação, e no ambiente de trabalho.
No entanto, "na maior parte do tempo, a violência exercida sobre as crianças permanece escondida", afirmou hoje o responsável pelo estudo, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, especialista da ONU sobre o tema.
O relatório revela que existem formas de violência "escondidas" ou "invisíveis" contra as crianças e que ocorrem sobretudo dentro da família ou nas instituições que, paradoxalmente, têm a incumbência de protegê-las e sobre as quais existem poucas estatísticas.
Na família, as crianças costumam sofrer diversas agressões - violência física, verbal, humilhações ou ameaças - encobertas por justificativas disciplinares. No caso dos abusos sexuais, costumam ser cometidos por algum membro da família ou por pessoas próximas.
O relatório será apresentado oficialmente à Assembléia Geral da ONU no próximo dia 12 de outubro. Uma das suas principais conclusões, segundo Pinheiro, é que "a violência infantil pode ser prevenida" e que "é possível reduzir a dimensão do problema".
O especialista afirmou que os programas de visitas surpresa às famílias que possuem crianças, campanhas de educação e sensibilização, assim como políticas para limitar o acesso "muito fácil" às armas e às drogas poderiam ser eficazes para reduzir o nível de violência nas famílias.
Encomendado em 2003 pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, o estudo representa a primeira tentativa de desenvolver uma estimativa global sobre a diversidade das formas de violência contra as crianças no mundo.
A diretora do Centro de Pesquisa Infantil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Marta Santos, considerou fundamental a adoção de legislações específicas sobre o tema e mencionou o fato de que 106 países ainda não proibiram a violência nas escolas e 146 não o fizeram no marco das instituições.
Os castigos físicos contra menores que tenham cometido infrações são permitidos em 31 países e apenas 16 nações proibiram expressamente o uso da violência no contexto familiar.
A escola também é apresentada como um ambiente no qual as crianças costumam ser vítimas da violência, como revela uma pesquisa realizada em 16 países em desenvolvimento. Segundo o estudo, entre 20% e 65% dos estudantes, dependendo dos países, foram alvo de intimidação física ou verbal nos 30 dias prévios à consulta.
O relatório também revelou que das 218 milhões de crianças que trabalham no mundo, segundo as estimativas, 126 milhões fazem tarefas perigosas.
Entre elas, 5,7 milhões são forçadas a trabalhar em condições de escravidão por contração de dívidas, 1,8 milhão se prostituem ou são exploradas sexualmente, e 1,2 milhão caíram nas redes de traficantes de seres humanos.
O estudo indica que as 8 milhões de crianças que vivem em orfanatos e centros de readaptação social são um dos grupos mais expostos à violência física, que pode ter como conseqüências atrasos no desenvolvimento, incapacidade, dano psicológico irreversível e tendência ao suicídio.
Entre as recomendações apresentadas por Pinheiro estão a proibição da violência contra as crianças, seja mediante castigos corporais ou práticas tradicionais como a mutilação genital, e a necessidade de dar prioridade à prevenção e de criar sistemas e serviços de proteção infantil facilmente acessíveis para as crianças.
O documento, resultado de três anos de trabalho conjunto entre várias agências especializadas das Nações Unidas, afirma que a violência contra as crianças "está presente em todos lugares", desde a família até a escola, passando pela comunidade, instituições como orfanatos e centros de reabilitação, e no ambiente de trabalho.
No entanto, "na maior parte do tempo, a violência exercida sobre as crianças permanece escondida", afirmou hoje o responsável pelo estudo, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, especialista da ONU sobre o tema.
O relatório revela que existem formas de violência "escondidas" ou "invisíveis" contra as crianças e que ocorrem sobretudo dentro da família ou nas instituições que, paradoxalmente, têm a incumbência de protegê-las e sobre as quais existem poucas estatísticas.
Na família, as crianças costumam sofrer diversas agressões - violência física, verbal, humilhações ou ameaças - encobertas por justificativas disciplinares. No caso dos abusos sexuais, costumam ser cometidos por algum membro da família ou por pessoas próximas.
O relatório será apresentado oficialmente à Assembléia Geral da ONU no próximo dia 12 de outubro. Uma das suas principais conclusões, segundo Pinheiro, é que "a violência infantil pode ser prevenida" e que "é possível reduzir a dimensão do problema".
O especialista afirmou que os programas de visitas surpresa às famílias que possuem crianças, campanhas de educação e sensibilização, assim como políticas para limitar o acesso "muito fácil" às armas e às drogas poderiam ser eficazes para reduzir o nível de violência nas famílias.
Encomendado em 2003 pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, o estudo representa a primeira tentativa de desenvolver uma estimativa global sobre a diversidade das formas de violência contra as crianças no mundo.
A diretora do Centro de Pesquisa Infantil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Marta Santos, considerou fundamental a adoção de legislações específicas sobre o tema e mencionou o fato de que 106 países ainda não proibiram a violência nas escolas e 146 não o fizeram no marco das instituições.
Os castigos físicos contra menores que tenham cometido infrações são permitidos em 31 países e apenas 16 nações proibiram expressamente o uso da violência no contexto familiar.
A escola também é apresentada como um ambiente no qual as crianças costumam ser vítimas da violência, como revela uma pesquisa realizada em 16 países em desenvolvimento. Segundo o estudo, entre 20% e 65% dos estudantes, dependendo dos países, foram alvo de intimidação física ou verbal nos 30 dias prévios à consulta.
O relatório também revelou que das 218 milhões de crianças que trabalham no mundo, segundo as estimativas, 126 milhões fazem tarefas perigosas.
Entre elas, 5,7 milhões são forçadas a trabalhar em condições de escravidão por contração de dívidas, 1,8 milhão se prostituem ou são exploradas sexualmente, e 1,2 milhão caíram nas redes de traficantes de seres humanos.
O estudo indica que as 8 milhões de crianças que vivem em orfanatos e centros de readaptação social são um dos grupos mais expostos à violência física, que pode ter como conseqüências atrasos no desenvolvimento, incapacidade, dano psicológico irreversível e tendência ao suicídio.
Entre as recomendações apresentadas por Pinheiro estão a proibição da violência contra as crianças, seja mediante castigos corporais ou práticas tradicionais como a mutilação genital, e a necessidade de dar prioridade à prevenção e de criar sistemas e serviços de proteção infantil facilmente acessíveis para as crianças.
Violência contra criança é maior que estatísticas
Uma pesquisa inédita realizada por professores do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto mostrou que o número de casos de violência contra crianças é maior do que as estatísticas divulgadas pelos órgãos oficiais. O trabalho também mostra que, diferentemente do que muitas pessoas pensam, a violência doméstica atinge todas as classes sociais.
A professora e psicóloga Marina Rezende Bazon pesquisou a violência doméstica contra crianças em escolas públicas e privadas de 25 cidades da região. As entrevistas foram feitas com os professores porque, segundo a pesquisadora, eles conseguem identificar melhor os sinais de maus tratos.
A taxa de violência infantil encontrada na pesquisa foi maior do que a divulgada pelos órgãos oficiais. Em Ribeirão Preto, por exemplo, em média, 5,7% das crianças, de zero a dez anos sofrem maus tratos.
A pesquisa revelou que as cidades com taxas mais altas de violência são as possuem menor número de moradores. Na região de Ribeirão Preto, em Santa Cruz da Esperança, 10% das crianças entre zero e dez anos são vítimas de violência doméstica. Já em Santo Antônio da Alegria, o índice é de 9% e, em Dumond, de 7%.
Os dados mostram também que em Ribeirão Preto 8% das crianças de zero a seis anos sofrem mais com a negligência. Já 3,9% das crianças na faixa entre sete e dez anos são vítimas de agressões físicas. Segundo a psicóloga, a violência infantil é registrada em todas as classes sociais, com a mesma probabilidade.
Marina Rezende Bazon compara a gravidade dos números revelados na pesquisa com o índice de Aids no Brasil. “A taxa de casos Aids no Brasil chega a 0,65%. E só em Ribeirão Preto, a taxa de violência infantil é de 5,7%”, analisa.
Os números mostrados na pesquisa são comprovados nos abrigos da cidade. No Centro de Apoio a Criança Vitimizada de Ribeirão Preto (Cacav), que atualmente abriga 55 crianças vítimas de violência doméstica, a capacidade é para 50 crianças e adolescentes entre dois e 18 anos. A casa recebe, em média, dez novos casos por mês. De todos as crianças atendidas neste ano, em 57% dos casos, o motivo era a negligência dos pais.
A coordenadora técnica do Cacav, Marilda Cardoso de Almeida Iara, diz que a função do abrigo é fazer com que os pais se cheguem a um entendimento com os filhos. “Nós tentamos resgatar esse vínculo, ou seja, ensinar pais a atuarem como pais”, explica.
Muitos casos de agressão infantil não são denunciados, diz delegada
Cerca de 40% de todas as ocorrências registradas por mês nas delegacias do Estado do Rio de Janeiro são de agressão infantil. Dados do Disque-Denúncia revelam que o maior número de casos é registrado na Baixada Fluminense. Apesar de alto, esse número está longe de ser a realidade. De acordo com a delegada Renata Teixeira Dias, responsável pela Delegacia de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência (Decav), muitos casos não são denunciados:
- Essas pessoas procuram manter o fato dentro de casa, fora da delegacia. A gente não toma nem conhecimento de muitos.
Ainda segundo a delegada, apenas 1% das denúncias são feitas pelas vítimas. Para ela, o motivo seria o medo de sofrer algum tipo de repreensão. Como ela não não entende que está sendo abusada, acha aceitável.
- Na maioria dos casos são os pais ou os companheiros dos pais os principais agressores das crianças.
Pena pequena para crime grave
A delegada também chamou atenção para a punição prevista para quem é acusado de violência infantil. No caso de maus tratos a pena varia de dois meses a um ano. Se a agressão resultar em lesão corporal de natureza grave, a pessoa pode pegar de 1 a 4 anos. Já no caso de morte, o agressor pode ser condenado de 4 a 12 anos.
- A punição é até leve, infelizmente – lamentou a delegada.
* Dados retirados do site da ONU http://www.onu-brasil.org.br/ e Unicef http://www.unicef.org/brazil/pt/
*Veja mais em:
http://www.mscontraapedofilia.ufms.br/index.php?inside=1&tp=3&comp=&show=64
http://www.todoscontraapedofilia.com.br/site/
* Dados retirados do site da ONU http://www.onu-brasil.org.br/ e Unicef http://www.unicef.org/brazil/pt/
*Veja mais em:
http://www.mscontraapedofilia.ufms.br/index.php?inside=1&tp=3&comp=&show=64
http://www.todoscontraapedofilia.com.br/site/
As Relações Públicas e seu papel social.
Pensar a sociedade pós moderna, nos leva a pensar em todas as teias e interfaces que a mesma exige nas relações com o mercado, organizações e grupos organizados.
O profissional de comunicação tem como uma de suas atribuições o papel de estabelecer e ser o interlocutor das organizações com a sociedade na qual ela se insere. O tempo em que as organizações se viam de forma isolada e pensavam somente interferir na mesma, sem sofrer as interferências já é passado.
Hoje os públicos buscam cada vez mais se posicionar criticamente em relação a vários aspectos e decisões tomadas quer seja isoladamente ou por grupos de mercado. Assim, ao colocar em pauta assuntos como a exploração infantil a organização busca se inserir, debater e por que não modificar a realidade na qual se insere.
Cabe ao profissional de comunicação, posicionar a organização perante tais debates e elencar aqueles pontos em que a organização possa trabalhar com um foco especifica.
A importância da Comunicação
Acima de tudo, a comunicação é fundamental. Mais do que qualquer programa ou filtro de conteúdo, a conversa sincera entre pais e filhos, professores e alunos, ainda é a melhor arma para enfrentar os perigos da pedofilia. Segue abaixo outras orientações e cuidados para evitar o assédio de pedófilos:
- Usar o computador e a internet junto com a criança. Criar condições para que a criança lhe mostre os sites por que navega.
- Instalar o computador em um cômodo comum da casa, ao qual todos tenham acesso.
- Sempre que puder, verificar as contas dos e-mails das crianças.
- Procurar saber quais os serviços de segurança usado nos computadores das escolas e das lan houses freqüentadas.
- Orientar crianças e adolescentes a não se encontrarem com pessoas que conheceram pela internet.
- Instruí-las a não postarem fotos pela internet.
- Ensiná-las a não divulgarem dados pessoais como idade, endereço e telefone em salas de bate-papo
- Dizê-las para nunca responderem a mensagens insinuantes ou agressivas.
- Explicá-las os perigos da pedofilia na internet.
- Conhecer os amigos que a criança faz no mundo virtual. Assim como podem surgir boas amizades, também podem aparecer pessoas com más intenções.
- Criar dispositivos de bloqueio e controle de determinados sites.
- Explicar á criança que muitas coisas vistas na Internet podem ser verdade, mas também podem não ser.
Fique atento!
Crianças conectadas a rede mundial, estão vulneráveis a um aliciamento capaz de gerar graves conseqüências físicas e traumas psicológicos. Há anos atrás, os pedófilos precisavam recorrer a clubes fechados para trocar informações ou satisfazer seus prazeres. Hoje a internet facilita o contato dos pedófilos com suas vítimas, pois eles podem assumir qualquer personalidade e usar uma linguagem que atraia crianças e pré-adolescentes.
Abaixo, uma lista dos meios de abordagem mais utilizados pelos pedófilos virtuais:
- Mensagens instantâneas – Programa que permite a comunicação instantânea entre pessoas, individualmente ou em grupo, através de textos ou voz. Essa ferramenta permite ainda o intercâmbio de vídeos e fotos. O mais utilizado atualmente é o MSN.
- Chat – Site que é utilizado para bater papo com um desconhecido. As salas de bate-papo são divididas por temas e idade, porém, é impossível garantir a veracidade das informações fornecidas pelos usuários.
- Blog e Fotolog – É como se fosse um diário, onde o usuário escreve suas idéias, angústias, desejos, e também inclui informações pessoais e fotos.
- E-mail – Correio eletrônico, que permite aos usuários enviar e receber mensagens (textos, fotos, etc.)
- Redes de relacionamento – São espaços virtuais capazes de reunir indivíduos com afinidades ou objetivos comuns, mantendo e ampliando relacionamentos inter-pessoais. Atualmente, os mais populares são Orkut e Facebook.
Cuidados na internet
Familiares, educadores e adultos de uma forma geral devem estar preparados para identificar as diferentes formas de atuação do pedófilo na internet. As crianças e adolescentes devem ser orientados e acompanhados a fim de que não sejam apanhados por pedófilos na rede de computadores:
- Métodos de aproximação utilizados pelos pedófilos:
- Através de perfis falsos;
- Linguagem que mais cativa o público infantil;
- Confiança;
- Chantagem emocional;
- Roubo de senhas.
domingo, 3 de outubro de 2010
Você sabia que....
O Código Penal Brasileiro não possui o tipo penal pedofilia.
Entretanto, a pedofilia, como contato sexual entre crianças/adolescentes e adultos, traduz-se juridicamente nos clássicos crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e atentado violento ao pudor (art. 214 do Código Penal), ambos com pena de 6 (seis) a 10 (dez) anos de reclusão e considerados como crimes hediondos.
Pornografia infantil é crime passível de pena de reclusão de 2 a 6 anos e multa. Artigo 241, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou Internet, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente.
Como denunciar?
Muitas vezes não sabemos ao certo a quem recorrer em caso de suspeita de violência sexual infanto-juvenil. Segue abaixo diversas maneiras de fazer tais denúncias.
Faça sua parte e deixe que o restante seja feito por eles:
- Por telefone: Disque 100 - Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Discagem gratuita em todo o território nacional.
- Polícia: Em caso de flagrante, a polícia deve ser acionada imediatamente.
- Conselhos tutelares: Os conselhos tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
- Varas da Infância e Juventude: Em municípios onde não há conselhos tutelares, as Varas da Infância e Juventude podem receber as denúncias.
- Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente. Delegacias da Mulher também podem receber queixas.
- Site do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente http://www.cedeca.org.br/
- Site da Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet http://www.censura.com.br/
- Departamento da Polícia Federal: Site http://www.dpf.gov.br/ aceita denúncia clicando em "fale conosco" ou pelo e-mail denuncia.ddh@dpf.gov.br
- Ministério da Justiça: Aceita denúncia pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br ou em "fale conosco" no site http://www.mj.gov.br/
- Rede Nacional de Direitos Humanos: http://www.rndh.gov.br/
- Agência de Notícias dos Direitos da Infância: www.andi.org.br/denuncie
Faça sua parte e deixe que o restante seja feito por eles:
- Por telefone: Disque 100 - Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Discagem gratuita em todo o território nacional.
- Polícia: Em caso de flagrante, a polícia deve ser acionada imediatamente.
- Conselhos tutelares: Os conselhos tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.
- Varas da Infância e Juventude: Em municípios onde não há conselhos tutelares, as Varas da Infância e Juventude podem receber as denúncias.
- Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente. Delegacias da Mulher também podem receber queixas.
- Site do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente http://www.cedeca.org.br/
- Site da Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet http://www.censura.com.br/
- Departamento da Polícia Federal: Site http://www.dpf.gov.br/ aceita denúncia clicando em "fale conosco" ou pelo e-mail denuncia.ddh@dpf.gov.br
- Ministério da Justiça: Aceita denúncia pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br ou em "fale conosco" no site http://www.mj.gov.br/
- Rede Nacional de Direitos Humanos: http://www.rndh.gov.br/
- Agência de Notícias dos Direitos da Infância: www.andi.org.br/denuncie
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